Na euforia do pré-jogo Ele surge no gramado É apontado por todos O primeiro condenado Na arena da emoção És proibido de sentir Sinônimo de razão Antes, durante e ao sair Comandante das estrelas Quem dá a palavra final Atuações sempre perfeitas Porque errar não é normal Julga, pune e até condena Talvez por isso é tão visado Não merecedor de ‘pena’ O famigerado árbitro Mas é somente profissão Que nasceu de uma escolha Quem mais vive com a pressão Cargo para poucas pessoas São humanos, não máquinas Os seres com cartões no peito Também podem cometer falhas Também são dignos de respeito