A palavra Branding sempre fez parte do vocabulário “corporativês” quando se trata de posicionamento de marcas e produtos. Quando mudamos o foco para pessoas temos então o Branding Pessoal. O fato é que todos somos uma marca, conscientes disso ou não, gostando disso ou não e querendo isso ou não. Desde sempre estamos emitindo sinais, gerando uma percepção no outro e comunicando através de nossa imagem, comportamento e comunicação verbal e não-verbal. Já parou e se perguntou: O que será que eu comunico? As pessoas criam uma imagem sobre nós baseadas nos sinais que emitimos, seja na vida real ou nas redes sociais. E aqueles primeiros segundos ainda dão voz aquela velha máxima de que a primeira impressão é a que fica. Mas, a boa nova é que temos o processo de branding pessoal para nos ajudar a deixar uma boa impressão ou até mesmo desfazer uma impressão que não foi tão boa assim. Quer saber como?!? Através da tomada de consciência de que somos uma marca. A partir disso compreendemos que precisamos olhar para nós mesmos e, também, para a emoção que geramos no outro. Pensar em que caixinhas estão nos colocando e quais rótulos estão nos dando. Eu sei que não podemos controlar o que os outros pensam de nós, mas podemos controlar os sinais que emitimos. Através de um constante exercício de auto percepção e percepção do outro, sendo este feito através de pedidos de feedbacks ou daqueles que já recebemos, temos a possibilidade de enxergar se aquilo que queremos comunicar está alinhado com aquilo que estamos comunicando. Perceber como estamos sendo vistos nos dá a possibilidade de aprimoramento como pessoas e como profissionais. É por isso que sempre digo que Branding Pessoal é também um processo lindo de autoconhecimento, o que o torna, também, um processo investigativo, estratégico e intencional. Mas, vale destacar que não é sobre criar um personagem, mas sim fazer “desenterrar tudo que é único sobre você e deixar o mundo saber”, como bem disse Dan Schawbel. Portanto, não é também sobre se moldar pra caber nas expectativas alheias, mas sobre conseguir maximizar suas habilidades, suas forças e suas competências. A partir do Branding Pessoal você agrega valor ao seu nome. Afinal, é sempre bom lembrar que você não é o cargo que ocupa e nem a empresa que trabalha. Você é seu nome e sobrenome e, portanto, isso precisa ser bem gerenciado e fortalecido.